"No fim de contas, o que somos, o que é cada um de nós senão uma combinatória, diferente e única, de experiências, de leituras, de imaginações?" Enrique Vila-Matas
terça-feira, 1 de outubro de 2013
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Grande MEC

O Ultraje
No PÚBLICO de anteontem, Luís Fernandes, da Universidade do Porto, ironizou sobre a transformação em pasta de papel, pelo grupo Leya, “de dezenas de milhares de livros de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, Eduardo Lourenço e Vasco Graça Moura, publicados pela ASA”.
Sempre quis comprar um dos livros destruídos: a antologia de poesia e prosa que Eugénio de Andrade fez e a ASA editou, com o nome maravilhoso e verdadeiro deDaqui houve nome Portugal. Era um livro bonito, grande, muito bem impresso e encadernado, sob a chancela da Oiro do Dia. Li-o na biblioteca de universidades inglesas mas, para vergonha minha (como já o tinha lido, num prenúncio dos malefícios da Internet), nunca o comprei; apesar de achar que, sendo caro, era barato para o que era. O papel era bom. A selecção era boa. Era um livro perfeito – e até hoje não o tenho.
Tenho ligações sentimentais ao grupo Leya (por causa d”O Independente) e ainda esta semana recebi uma proposta simpática e tentadora da Dom Quixote, que agora faz parte da Leya. Mas que posso fazer quando uma grande editora, recém-formada e sem qualquer tradição literária, transforma um livro que era caro de mais para eu comprar em pasta de papel? É de vomitar. Não podemos dar dinheiro a quem só pensa em dinheiro. José Saramago – mau escritor mas boa pessoa, na minha miserável opinião – foi enganado. Eugénio de Andrade e Jorge de Sena – um grande poeta e um génio – foram ultrajados.
Desejo sinceramente que a Leya se foda.
(MEC, Público, 04 Março 2010)
terça-feira, 1 de setembro de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Limãozinha, apesar disto ser uma laranja, não deixa de ser uma bela provocação hein?
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
A tale of two genders: men choose novels of alienation, while women go for passion
"We found that men do not regard books as a constant companion to their life's journey, as consolers or guides, as women do," said Prof Jardine. "They read novels a bit like they read photography manuals." Women readers used much-loved books to support them through difficult times and emotional turbulence, and tended to employ them as metaphorical guides to behaviour, or as support and inspiration."




