Amor de polvo é duro de roer. E, ao que parece, duro de morrer.
Amor de polvo não tem mãos a medir.
Naturalmente.
"No fim de contas, o que somos, o que é cada um de nós senão uma combinatória, diferente e única, de experiências, de leituras, de imaginações?" Enrique Vila-Matas
Amor de polvo é duro de roer. E, ao que parece, duro de morrer.
Amor de polvo não tem mãos a medir.
Naturalmente.